Vislumbro vis lauréis e vãos fracassos,
veredas rutilantes e sombrias.
Só quero refugiar-me nos teus braços
e esquecer da incerteza desses dias....
Imenso é o mundo, pleno de embaraços,
e eu tão pequeno nessas travessias....
Perco-me fácil nos meus passos lassos
Sem a doçura com que tu me guias.
Murmuro em desamparo um verso amaro
para honrar meu passado decadente,
agora é hora de seguir em frente.
Desoprimido de ti me separo,
mas persiste em meu peito, sem reparo,
a dor ingente de um amor ausente.
sábado, 26 de dezembro de 2009
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Soneto Tempos Difíceis
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Seção de Comentários
6 Comentários em "Soneto Tempos Difíceis"
26 de dezembro de 2009 01:55
Adoro seus poemas. E esse em especial! Te amo lindo!
26 de dezembro de 2009 11:54
Gostei do soneto poeta, é um exagero de rimas!
4 de janeiro de 2010 18:55
Oie.
Obrigada pela observação! As vezes me atrapalho com bobagens como aquela...
=D gostei da sua parte do site dedicada aos poemas.
=*
4 de janeiro de 2010 19:18
Gostei muito do poema.
4 de janeiro de 2010 19:46
Muito bacana seu poema. Ele combina bastante com o que passei há pouco tempo.
29 de janeiro de 2010 22:46
sucesso!
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